Pedido de Oração
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374 – BODE EXPIATÓRIO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ap. Renato Machado   
Dom, 01 de Agosto de 2010 00:00

1 Jo 2:2 “...e Jesus é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.

No mundo, existem pessoas que são tidas como culpadas sem terem praticado algum crime. Como, por exemplo, um homem que se passa por outro, usando documentos falsos, que foram roubados. Aquele que parece ter feito algo errado, porém não o fez, porque outro usou seus documentos, é chamado de “bode expiatórioâ€. É levar à culpa aquele que não tem culpa – É condenar o inocente.

Porém a origem desta palavra vem de uma cerimônia realizada com dois bodes no Dia do Perdão judaico (conhecido como Iom Kipur). O sumo sacerdote sacrificava um bode e simbolicamente colocava o pecado do povo sobre a cabeça do outro – o bode expiatório – antes de enviá-lo para o deserto levando a culpa do pecado (Lv 16:7 a 10).

Quando Jesus veio, Ele se tornou o bode expiatório (1). Ele ofereceu-se a si mesmo, como sacrifício para pagar pelos pecados do “mundo inteiro†(Hb 7:27 “que não necessitasse, como os sumos sacerdote, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente, por seus próprios pecados e, depois, pelos do povo; porque isso fez Ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmoâ€; 1 Jo2:2 “E Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundoâ€).

Aquele primeiro bode foi sacrificado como oferta pelo povo de Deus e simbolizava o sacrifício de Jesus na cruz. O outro bode era a representação de Jesus completamente inocente que aceitava e removia nosso pecado e culpa.

Nenhum de nós está sem pecado, mas o Pai colocou sobre Jesus “a iniqüidade de todos nos†(Is 53:6). Deus vê os seguidores de Seu Filho como inculpáveis – pois Jesus tomou toda a culpa que merecíamos.

Qualquer pessoa que entende realmente o amor do sacrifício de Jesus para nos inocentar perante o Deus Pai, pagando, lá na cruz, o pecado em seu lugar, sente também uma grande gratidão pela remissão dos seus muitos pecados, logo, neste amor, começa a trilhar um novo caminho, a saber, Jesus o Cristo.

Essa gratidão é tamanha, que a pessoa procura a cada dia conhecer o Mestre e gradativamente vai mudando a sua conduta. Começa a desejar que os outros também conheçam aquilo que foi muito bom para ela: O verdadeiro amor incondicional – um amor de doação – somente para fazer os outros mais felizes.

Ao conhecer a Jesus e seu amor, qualquer pessoa passa a descer de seu próprio pedestal de auto-suficiência e, em humildade, reconhece que nunca poderia ter conseguido agradar a Deus em sua carne, mas que agora, com Cristo, ela agrada a Deus em sua total dependência nEle – isto é fé.

Não somos merecedores deste amor. Não há nada que possamos fazer para justificar a nossa entrada no Reino de Deus, a não ser que, recebamos o sacrifício expiatório do Salvador Jesus, e esta Graça (2) nos basta (2 Co 12:9).

E qualquer pessoa, sendo evangélica ou não, que pratica a maldade, não conhece a Graça de Jesus, pois ser perdoado de todos os pecados, no mínimo, tem que haver gratidão pelo Dom imerecido. Não importa o que vão pensar sobre a sua nova atitude de seguir o Messias, siga-o.

  1. Expiação – Reconciliação, pela qual os homens voltam para gozarem plena comunhão com Deus. Sofrer as conseqüências para pagar algum mau. Remir (salvar e resgatar) as culpas ou delitos de outros, pelo cumprimento de uma pena.
  2. Graça – Favor que os homens não merecem, mas que Deus livremente lhes concede.
 
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